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Internet das Coisas

Internet das Coisas: O que é e como funciona?

No artigo de hoje, vamos falar sobre um tema interessante e muito popular atualmente: a Internet das Coisas, ou IoT. Confira mais abaixo para entender o que significa esse termo, bem como alguns exemplos de aplicação.

Internet das Coisas

A Internet está em evolução constante e já é possível conectar diversos itens no universo digital por meio de uma nova revolução tecnológica: a Internet das Coisas (IoT). Com estimativa de crescimento de 31% neste ano no uso de dispositivos conectados em relação a 2016, a IoT é vista como a grande tendência para 2017 e tem um importante horizonte para expansão.

Ela está avançando ainda mais, gerando oportunidades e deixando as atividades, em diversos segmentos do mercado, mais ágeis e eficazes. Até 2020, 21 bilhões de aparelhos de Internet das Coisas estarão em uso no mundo. Por conta dessas cifras, esse mercado já desperta o interesse de grandes e pequenas empresas.

Estudos e projetos utilizando a nova plataforma já estão sendo desenvolvidos e colocados em prática. A interação entre dispositivos, por exemplo, antes realizada de forma manual, com a Internet das Coisas pode ser feita com rapidez e sem interação humana, aumentando o fluxo de informações entre máquinas. Esses dispositivos não precisam obrigatoriamente ser um smartphone ou um computador.

Com a conectividade, diversos objetos, como geladeiras ou televisores, se encaixam nessa funcionalidade, enviando as informações desejadas via Internet e reproduzindo o que é designado.

Diante dessa abrangência, a IoT possibilita mudanças no dia a dia profissional e pessoal e, claro, exige das empresas um controle forte e constante de suas aplicações para garantirem que elas estejam em pleno funcionamento independentemente do dispositivo.

Bem-vindo, a era dos produtos inteligentes chegou!

A IoT pode ser aplicada em diversos aparelhos e dispositivos, tanto para uso pessoal quando industrial. Sua aplicação está tornando-se cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Veja alguns exemplos:

QR Codes

Barras bidimensionais que armazenam desde textos até URLs e podem ser visualizados por meio do escâner do smartphone. São aplicadas em objetos diversos, permitindo a conexão via Internet entre o smartphone e o objeto que contenha o QR Code.

Sistema de identificação automática de veículos

Dispositivo instalado no interior do carro que, ao se aproximar da cancela do pedágio ou do estacionamento, processa os dados, libera a passagem e debita o valor cobrado automaticamente na conta do motorista.

Celulares com NFC (Near Field Communication)

Ao aproximar dois smartphones ou um smartphone à máquina de cartão e acionar aplicativos de pagamento, a transmissão de dados entre eles acontece e permite definir o valor que será transferido e concluir a transação.

Leia também: Por que testes mobile são desafiadores?

Mas o que é IoT?

Internet das Coisas

Conhecido como loT (Internet of Things, em inglês), a Internet das Coisas tem crescido rapidamente e está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Trata-se da conexão entre dispositivos conectados diariamente à Internet, em que “coisas” referem-se, literalmente, a todas as coisas, desde um tênis até eletrodomésticos.

Isto é, a interconectividade não está ligada somente aos dispositivos móveis, mas a outros objetos, como carros, roupas e até mesmo casas inteiras. O termo e o conceito foram definidos em 1999 por Kevin Ashton, um dos fundadores do AutoID Center do MIT (Massachusetts Institute of Technology) durante a sua apresentação sobre seu projeto de radiofrequência na Procter & Gamble. Ashton participou da descoberta de como conectar objetos à Internet por meio de identificadores de radiofrequência (RFID, em inglês).

Segundo o Relatório de Mobilidade, publicado em junho de 2016 pela Ericsson, empresa de tecnologia voltada à fabricação de equipamentos de telefonia fixa e móvel, é esperado que o número de dispositivos conectados de Internet das Coisas cresça 23% anualmente entre 2015 e 2021.

E como funciona?

A evolução da Internet tem proporcionado melhorias e facilidade para a sociedade. O que era uma carta escrita à mão, passou a ser um e-mail ou até mesmo uma mensagem de áudio no celular. As redes sociais aproximam as pessoas ao redor do mundo e geram informações imediatas. O que antes era possível apenas em longo prazo, ganhou instantaneidade.

A Internet das Coisas traz a continuidade para essa ideia, mas de uma maneira ainda mais imediata e fácil. Ela permite que uma pessoa estabeleça soluções sem entender da complexidade da programação que gerou a ela essas respostas.

Seu funcionamento ocorre à distância, sem interação humana, e com o objetivo de trazer a realidade do mundo para o universo digital por meio dos dispositivos inteligentes. Ele ocorre quando duas “coisas” se conectam para que a informação seja processada e divulgada.

É muito importante que o monitoramento dessa tecnologia ocorra de forma correta. Já imaginou a cancela do pedágio não abrir ou fechar em cima do seu carro devido a um problema no sistema? Isso prejudica seu trajeto e não é condizente com a ideia de agilidade que a Internet das Coisas traz às pessoas.

Além disso, no caso do setor de consumo, a IoT pode ser monitorada em uma loja de roupas ou de produtos em geral. Um aparelho conectado à Internet é instalado no teto da loja e, com o seu sensor, identifica o consumidor pelo Wi-Fi de seu celular, desde que esteja ativado. Dessa forma, com os dispositivos interligados, o sensor é capaz de monitorar a média de tempo que o cliente gasta olhando a loja e o padrão de comportamento dos consumidores em tempo e frequência em cada unidade da rede.

Os dados obtidos são enviados para um aplicativo de celular e, desse resultado, os responsáveis pela loja conseguem melhorar as vendas sabendo os horários de maior movimento. Pesquisas apontam que o segmento de consumo é o maior usuário de coisas conectadas, chegando a 5,2 bilhões de unidades em 2017, o que representa 63% do número total de aplicações em uso. Em seguida, aparecem negócios diversos e verticais específicas.

Para este ano, estudos de mercado destacam que os investimentos em hardware para o uso de coisas conectadas nas empresas chegarão a US$ 964 bilhões. Por mais que os consumidores comprem novos dispositivos, as organizações são as que têm gastos maiores, representando 57% do investimento total com IoT em 2017.

Internet das Coisas

Se a loT já está sendo aplicada em roupas e eletrodomésticos, o desenvolvimento nos dispositivos pessoais está ainda mais avançado. Conforme divulgado na 27ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), em 2016, houve um crescimento de 9% no índice de smartphones em uso em relação a 2015.

Além disso, pesquisas recentes no mercado indicam também que as vendas mundiais desses dispositivos para usuários finais aumentaram 7% no quarto trimestre de 2016, se comparado com o mesmo período do ano anterior.

De acordo o Relatório de Mobilidade da Ericsson, aparelhos celulares que utilizam IoT têm a maior previsão de crescimento nas vendas. Isso se explica pela necessidade de aproximação do consumidor com a novidade tecnológica e a possibilidade do monitoramento dos objetos inteligentes por meio de aplicativos, criados especificamente para esse monitoramento.

Os aplicativos de smartphones estão se desenvolvendo intensamente em cima disso. Em janeiro de 2017, a Samsung revelou seu novo sistema de lavanderia FlexWash™ e FlexDry™ compatível com a Internet das Coisas. Ainda sem previsão de chegada ao Brasil, a máquina de lavar contará com recursos inteligentes e que poderão ser controlados pelos usuários por meio do aplicativo para celular Samsung Smart Home, podendo iniciar, interromper e monitorar cada ciclo das máquinas.

Internet das Coisas

A IoT ainda influenciará drasticamente na otimização e na nova forma de fazer empreendimento, pois muitas coisas terão que se adequar no impacto que essa nova tecnologia causará.

Para utilizá-la em benefício da empresa, é necessário uma performance adequada, permitindo que o projeto possa evoluir e fazer descobertas à medida que a loT evolui no mercado. Porém, não basta inserir os benefícios da tecnologia, é essencial também se programar e ter atenção redobrada na segurança dos dispositivos de conexão em Nuvem.

A tendência é a multiplicação de funcionalidade dos utensílios. Por exemplo, a geladeira que identifica os produtos mais consumidos que acabaram e automaticamente faz a lista de supermercado. O micro-ondas e a cafeteira que são acionados para funcionar a partir do momento que a pessoa acorda. Tudo isso oferece novas possibilidades de mercado, além de facilidade e comodidade para o usuário final.

O Brasil está entre os principais polos de IoT e é a quarta maior região consumidora de dispositivos conectados do mundo, com grande potencial para ampliar sua participação global. Cada vez mais, as empresas brasileiras precisam estar atentas ao monitoramento da qualidade do serviço entregue a seus clientes por meio de cada um desses complexos dispositivos.

Sobre a RSI

A RSI é uma empresa de tecnologia voltada para a área de testes de softwares. Pioneiros no ramo – há mais de 24 anos no mercado-, acreditamos que é fundamental proporcionar boas experiências às pessoas por meio da tecnologia.

Como você pode perceber através deste artigo, as inovações da era digital são a saída para continuar crescendo dentro do mundo corporativo e, para isso, entre em contato : a construção de boas experiências com tecnologia pode ser o diferencial que necessário para o seu negócio.

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